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As linhas de ônibus operadas atualmente pela Prefeitura de Salvador, que, desde abril, assumiu a operação de transporte da antiga CSN após a rescisão do contrato com a empresa, serão redistribuídas entre as duas concessionárias, a OTTrans e a Plataforma. A transição será finalizada até esta quinta-feira (30).

Segundo a prefeitura, o objetivo da transição é otimizar o serviço de transporte para os usuários e trará, a curto prazo, melhorias na operação. "As empresas já adquiriram novos ônibus para que possam assumir de forma satisfatória a operação destas linhas, melhorando o serviço para o usuário, o que já poderá ser percebido nos próximos dias", afirmou o secretário de Mobilidade, Fabrizzio Muller.

Para garantir o atendimento, 150 ônibus já foram adquiridos pela Plataforma e OTTrans, que estão chegando na cidade de forma gradativa e passando por adequação para os padrões de Salvador. A Semob também informou que além destes, outros 169 ônibus com ar condicionado, que foram anunciados no início deste mês, começarão a chegar nos próximos dias para renovar parte da frota da cidade.

 

Fonte: BN

A farmacêutica Pfizer apresentou um pedido a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que a terceira dose da vacina contra Covid possa constar na bula do imunizante. 

A Anvisa informou que a solicitação da Pfizer trata da vacinação homóloga, ou seja, aplicação de dose de reforço em voluntários que receberam as duas doses iniciais da vacina Comirnaty há pelo menos 6 meses. A proposta envolve todas as faixas etárias atualmente incluídas na bula, ou seja, pessoas com 12 anos de idade ou mais. 

Para que haja alteração na bula de qualquer medicamento ou vacina, os estudos clínicos devem ser aprovados previamente por agências reguladoras e seguir com procedimentos rígidos de Boas Práticas Clínicas. Durante a avaliação, a Anvisa pode ainda fazer exigências técnicas ou solicitar adequações ao laboratório.

O estudo clínico apresentado para subsidiar as alegações de eficácia e segurança da aplicação da dose de reforço contou com a participação de voluntários brasileiros. O protocolo clínico foi aprovado pela Anvisa em 18 de junho deste ano. Além do Brasil, participaram desse estudo voluntários dos Estados Unidos e da África do Sul. 

A agência tem 30 dias para apreciação do pedido, desde que não haja a necessidade de esclarecimentos adicionais.

 

Fonte:BN

A farmacêutica Pfizer apresentou um pedido a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que a terceira dose da vacina contra Covid possa constar na bula do imunizante.

A Anvisa informou que a solicitação da Pfizer trata da vacinação homóloga, ou seja, aplicação de dose de reforço em voluntários que receberam as duas doses iniciais da vacina Comirnaty há pelo menos 6 meses. A proposta envolve todas as faixas etárias atualmente incluídas na bula, ou seja, pessoas com 12 anos de idade ou mais.

Para que haja alteração na bula de qualquer medicamento ou vacina, os estudos clínicos devem ser aprovados previamente por agências reguladoras e seguir com procedimentos rígidos de Boas Práticas Clínicas. Durante a avaliação, a Anvisa pode ainda fazer exigências técnicas ou solicitar adequações ao laboratório.

O estudo clínico apresentado para subsidiar as alegações de eficácia e segurança da aplicação da dose de reforço contou com a participação de voluntários brasileiros. O protocolo clínico foi aprovado pela Anvisa em 18 de junho deste ano. Além do Brasil, participaram desse estudo voluntários dos Estados Unidos e da África do Sul.

A agência tem 30 dias para apreciação do pedido, desde que não haja a necessidade de esclarecimentos adicionais.

 

fonte: BN

Após analisar o desempenho da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford com o laboratório AstraZeneca, a Agência Europeia de Medicamentos chegou à conclusão de que o imunizante tem relação com os coágulos sanguíneos registrados em algumas pessoas vacinadas. A declaração foi do chefe da estratégia de vacinação da agência, Marco Cavaleri.

"Agora podemos dizer, é claro que existe uma ligação com a vacina", disse Cavaleri ao jornal italiano Il Messagero. "O que causa essa reação, no entanto, ainda não sabemos". (...) "Para resumir, nas próximas horas diremos que existe uma ligação, mas ainda precisamos entender como ela acontece", detalhou Cavaleri, segundo a coluna de Jamil Chade, no UOL.

A publicação lembra que, no mês passado, vários países europeus suspenderam o uso desse imunizante por conta dos casos de trombose identificados em cerca de 30 pessoas. Mas depois de uma investigação, a agência concluiu que os benefícios da vacina superavam os eventuais riscos que ela representava.

A agência indica que, no geral, cerca de mil pessoas desenvolvem trombose na Europa por mês. Na população vacinada, a taxa é menor do que o esperado.

O Brasil também tem aplicado a vacina de Oxford na população, mas a fonte do abastecimento não é a mesma. O governo brasileiro importa as doses fabricadas na Índia e na Coreia do Sul, além de importar materiais para a produção em solo nacional, na Fiocruz.

 

Fonte: BN

 

Quinze pessoas foram detidas neste domingo (14) em Brumado, no Sertão Produtivo, Sudoeste baiano, por descumprimento das medidas de restrição em vigor em toda a Bahia devido à pandemia do novo coronavírus. Em um dos flagrantes, o dono de um bar fugiu ao perceber a chegada da polícia. Segundo o Achei Sudoeste, os infratores foram encontrados em bares das zonas urbanas e rural.

A partir de denúncias, agentes da 34ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) se dirigiram às localidades onde ocorreram os casos: Hospital, Dr. Juracy, Malhada Branca, Apertado do Morro, Umburanas, Lagoa Funda, Campo Seco, Riachão, e Furado dos Veados. Ainda segundo o site, além de bares a PM também agiu em diversos churrascos privados com aglomerações.

Após os flagrantes, os detidos foram encaminhados para a delegacia de Brumado. Nesta segunda-feira (15), voltam a funcionar na região de Brumado o comércio não essencial. Já o toque de recolher segue em toda Bahia, das 20h às 5h, até o dia 1° de abril.

No próximo fim de semana, voltam as restrições e só funcionam estabelecimentos do comércio essencial, supermercados, farmácias, postos de gasolina, entre outros.

 

Fonte: BN

 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

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