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Para durar é necessário se definir, é nisso que o músico Arnaldo Macedo acredita. Para ele a música não pode ser definida em gêneros e estilos, elas são tendências que vão se agregando, o processo de reciclagem e modernização do jeito de fazer um som é fundamental para levá-lo à eternidade.

Nosso Carnaval é feito de clássicos ecoados pelas avenidas, cantados por multidões de todas as idades. Provavelmente você deve cantar músicas que foram feitas ainda quando você era um embrião ou até mesmo antes do seu nascimento. Essa é a eternidade que Aroldo fala, da qualidade musical. Se no Carnaval você não ouviu “We are Carnaval” e “Chame gente” certamente você não está na folia baiana.

Todos os anos elegemos a tal música do Carnaval, aquela que todos os artistas tocam exaustivamente até que você passe o ano todo com ela na cabeça. Nos últimos tempos não formamos grandes clássicos como os supracitados. “Quando exploramos comercialmente um gênero a qualidade tende a cair, é o que vem acontecendo com o axé, por exemplo.” Avalia Aroldo Macedo.

“Esse negócio de música do Carnaval é invenção, uma grande mentira. É coisa da mídia que quer eleger algo, é o mesmo que eleger uma Miss Brasil como a mulher mais bonita do país, isso é mentira.” Reforça.

Na verdade o Carnaval de Salvador é tão grandioso que não cabe uma música, o Carnaval de Salvador é um acervo de clássicos perpetuados na história, nas vozes e nos corações.

 

Brasil, 15 de Fevereiro de 2016.
Fonte: Aratu Online
Foto: Reprodução

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